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Cantando Em Salmos
Ref. GOS21388 - Categoria Gospel
Val Martins é um nome de referência na música Gospel! Trazendo na bagagem uma carreira bem estruturada. Ele já apresentou vendagens bastante significativas. Neste lançamento, em que canta os mais belos salmos, Val surpreende com interpretações e arranjos especiais.
Faixas: 01. Confiamos No Senhor 02. Bem Aventurados 03. Meu Bom Pastos 04. Esconderijo Do Altíssimo 05. O Guarda De Israel 06. Grandes Coisas 07. Amo O Senhor 08. Teus Altares (Part.: Moana Viterbo) 09. Louvem 10. Esperei Com Paciência 11. Dedico Tudo A Ti
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O livro de Salmos contém algumas das mais ricas expressões de louvor já escritas. A sua leitura nos impressiona com a profunda espiritualidade do louvor. Temos o privilégio, através dos salmos, de conhecer melhor os corações de homens que realmente exultavam na presença de Deus. “Aleluia! Louvai o nome do Senhor; louvai-o, servos do Senhor” (135:1). A diversidade dos salmos traz uma riqueza especial à sua qualidade como exemplos de adoração. Eles tratam de toda espécie de experiência humana. Falam de vitória e alegria, e de medo e perseguição. Refletem as emoções de homens espirituais gozando comunhão com o Criador, e de pecadores sentindo falta dele. Pedem bênçãos sobre os justos e punição dos ímpios. O Livro dos Salmos é o coração do Antigo Testamento e um dos mais citados pelos escritores do Novo Testamento – o próprio Jesus rezava os Salmos. Este é o livro de hinos e de orações da Bíblia. Reflete todos os incidentes que podem ocorrer na vida e, contém bons conselhos, indicando o caminho para a verdadeira felicidade. Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Salmos ou Tehilim( do hebraico תהילים, Louvores) é um livro do Tanakh (fazendo parte dos escritos ou Ketuvim) e da Bíblia Cristã.[1][2] Constitui-se de 150 cânticos e poemas utilizados pelo antigo Israel como hinário no Templo de Jerusalém, e hoje são utilizados como orações ou louvores, no Judaísmo, no Cristianismo e também no Islamismo (o Corão refere os salmos como "um bálsamo"). Tal fato, comum aos três monoteísmos semitas, não tem paralelo, dado que judeus, cristãos e muçulmanos acreditam nos Salmos. Origens A autoria da maioria dos salmos é atribuída ao rei Davi, o qual teria escrito pelo menos 73 poemas. Asafe é considerado o autor de 12 salmos. Os filhos de Corá escreveram uns nove e o rei Salomão ao menos dois. Hemã, com os filhos de Corá, bem como Etã e Moisés, escreveram no mínimo um cada. Todavia, 51 salmos seriam tidos de autoria anônima. O período em que os salmos foram compostos varia muito, representando um lapso temporal de aproximadamente um milênio, desde a data aproximada de 1440 a.C., quando houve o êxodo dos Israelitas do Egito até o cativeiro babilônico, sendo que muitas vezes esses poemas permitem traçar um paralelo com os acontecimentos históricos, principalmente com a vida de Davi, quando, por exemplo, havia fugido da perseguição promovida pelo rei Saul ou quanto ao arrependimento pelo seu pecado com Bate-Seba. Poemas de louvor, os salmos foram inicialmente transmitidos através da tradição oral e a fixação por escrito teve lugar sobretudo através do movimento de recolha das tradições israelitas, iniciado no exílio babilônico pelo profeta Ezequiel (séculos VII-VI a.C.). Como tal, muitos destes textos serão muito anteriores, sendo bastante difícil a sua crítica do ponto de vista literário estrito. Ainda assim, tendo em conta a comparação com a literatura poética coeva do Egito, da Assíria e da Babilônia, pode-se afirmar que estes poemas de Israel são um dos expoentes da poesia universal. Os salmos, em termos de conteúdo, possuem estrutura coerente, o que também pode ser observado em passagens do Antigo Testamento e em obras literárias do Oriente Médio da Antiguidade.[3] Tal como em outras tradições culturais, também a poesia hebraica andava estreitamente associada à música. Assim, embora não seja de se excluir para os salmos a possível recitação em forma de leitura, "todavia, dado o seu gênero literário, com razão são designados em hebraico pelo termo Tehillim, isto é, «cânticos de louvor», e, em grego psalmói, ou seja, «cânticos acompanhados ao som do saltério». De fato, todos os salmos possuem um certo caráter musical, que determina o modo como devem ser executados. E assim, mesmo quando o salmo é recitado sem canto, ou até individualmente ou em silêncio, a sua recitação terá de conservar este caráter musical[4] Os salmos acabaram por constituir um hinário litúrgico para uso no templo de Jerusalém, do qual transitaram quer para a sinagoga judaica, quer para as liturgias cristãs. Na Igreja Católica, os 150 salmos formam o núcleo da oração cotidiana: a chamada Liturgia das Horas, também conhecida por Ofício Divino e cuja organização remonta a São Bento de Núrsia. A oração conhecida por rosário, com as suas 150 Ave Marias, formou-se por analogia com os 150 salmos do Ofício. Vários salmos são considerados pelos teólogos como proféticos ou messiânicos, pois referem-se à vinda do Cristo e, por isso, existem muitas citações de versos dos salmistas no Novo Testamento com o propósito de provar o cumprimento das profecias na pessoa de Jesus.[5] Variações entre as traduçõesA Bíblia católica e as protestantes possuem a mesma quantidade de capítulos, mas apresentam diferenças em relação à numeração dos mesmos e de seus versículos. Versículos A Bíblia católica costuma apresentar, na maioria dos salmos, um versículo de introdução, em que são atribuídas autorias e apontados instrumentos que deveriam ser utilizados ao se cantar tais textos. Essas informações estão ausentes nas Bíblias protestantes. Capítulos As Bíblias evangelicas consideram os salmos 9 e 10 da católica como um texto único e contínuo; A Bíblia católica considera como salmo 146 os salmos 146 e 147 das protestantes Existem ainda variações na numeração dos Salmos no texto hebraico e versôes derivadas: | TextoHebraico(BíbliaCatólica) | LXX-Vulgata(BíbliaEvangelicas).[6] | | 1 - 8 | 1 - 8 | | 9 - 10 | 9 | | 11- 113 | 10 - 112 | | 114-115 | 113 | | 116 | 114 - 115 | | 117-146 | 116 - 145 | | 147 | 146 - 147 | | 148-150 | 148 - 150 |
O Salmo 150 constituiria uma doxologia, ou arremate de louvor do livro. Salmos ProféticosAlguns salmos são considerados proféticos ou messiânicos pela Teologia cristã, pois apontam para a vinda do Messias, sendo com freqüência citados no Novo Testamento da Bíblia com o objetivo de identificar Jesus Cristo como o cumpridor da promessa. No Salmo 2, que fala do reinado do Ungido de Deus, verificam-se algumas citações no livro de Atos e na Epístola aos Hebreus. Já o Salmo 8 que fala da glória divina e da dignidade do Filho do Homem é citado no Evangelho de Mateus, bem como em algumas epístolas de Paulo. Por sua vez, o Salmo 16 é uma referência à ressurreição de Cristo em seu verso 10, quando Davi assim profetiza: "Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção." Por sua vez, o Salmo 22 fala do sofrimento e da vitória do Messias que se entende cumprido na crucificação de Jesus, principalmente devido aos versos 7 e 18 que, respectivamente, coincidem com a zombaria experimentada durante o martírio e a repartição das vestes pelos soldados. Todos esses salmos foram proferidos pelo rei Davi, que teria governado Israel um milênio antes do ministério de Jesus. Importante destacar que tais salmos referem-se à numeração da Bíblia protestante, o que deve ser observado pelo leitor ao consultar a Bíblia católica, cujo conteúdo é o mesmo. Salmos e a história de Davi Vários salmos relacionam-se com os acontecimentos que marcaram a vida do rei Davi. O Salmo 59 tem a ver com a ocasião em que Saul teria enviado homens à casa de Davi para prendê-lo. Já os Salmos 34 e 56 referem-se à sua fuga de Saul. Por sua vez, o Salmo 142 foi composto quando DDavi encontrava-se escondido na caverna de Adulão, na região do mar Morto. Ao terminar a perseguição de Saul, Davi compõe o Salmo 18, ressaltando a fidelidade de Deus. Quando é confrontado pelo profeta Natã sobre o seu adultério com Bate-Seba e a morte de Urias, Davi compõe o Salmo 51, demonstrando o seu verdadeiro arrependimento. Novamente ao ser perseguido, agora por seu filho Absalão, Davi ainda escreve os Salmos 3 e 7, o que revela sua confiança no livramento de Deus. Além destes citados acima, outros Salmos que se relacionam com passagens da vida de Davi seriam o 52 (depois que Doengue assassinou os 85 sacerdotes e suas famílias), o 54 (quando os zifeus tentaram traí-lo), o 57 (enquanto se escondia em uma caverna) e o 63 (enquanto escondia-se no deserto de En-Gedi). Importante alertar novamente que tais Salmos referem-se à numeração da Bíblia protestante, o que deve ser observado pelo leitor ao consultar a Bíblia católica, cujo conteúdo permanece o mesmo. liturgia cristãA história do canto do salmo na liturgia cristã corre paralela à história da liturgia, da música e das Igrejas cristãs. Após o desenvolvimento do salmo responsorial no século IV, a função do salmista acaba por se transformar num ministério próprio, mais tarde incluído até no clero local. No entanto, este ministério acaba por cair em desuso com a especialização crescente dos cantores e com a instituição das scholae, ao mesmo tempo que a participação do povo se reduz. Na missa, o salmo vê-se limitado a um único versículo, nas versões extraordinariamente elaboradas do gradual gregoriano, assim chamado por ser cantado dos degraus do altar. No Ofício Divino, o canto dos salmos recebe também o desvelo de gerações de compositores, que expressamente compõem algumas das obras-primas da música ocidental, em particular para o solene canto de Vésperas, como, por exemplo, Vespro della Beata Vergine Maria, de 1610, de Claudio Monteverdi, ou as Vesperae Solennes de Confessore, KV 339, de Wolfgang Amadeus Mozart), mas onde muitas vezes, na prática, a oração cede lugar ao concerto. Na Igreja Católica, o motu proprio Tra le Solecitudine de 1903, do Papa Pio X, exclui da liturgia os salmos "de concerto". Após o Concílio Vaticano II, é restaurado o salmo responsorial na missa, através da Instrução Geral do Missal Romano de 1969. Referências- ↑ Echegary, J. González et ali. A Bíblia e seu contexto (em português). 2.ed. São Paulo: Edições Ave Maria, 2000. pp. 1133 2 v. ISBN 9788527603478
- ↑ Pearlman, Myer. Através da Bíblia: Livro por Livro (em português). 23.ed. São Paulo: Editora Vida, 2006. pp. 439 ISBN 9788573671346
- ↑ Mackenzie, John L. Dicionário Bíblico. São Paulo, Paulinas, 1983, p.829.
- ↑ Liturgia das Horas - Ofício Divino (em português). liturgiadashoras.org. Página visitada em 4 de julho de 2009.
- ↑ Salmos Bíblicos (em português). www.salmosbiblicos.com.br. Página visitada em 4 de julho de 2009.
- ↑ Mackenzie, John L. Dicionário Bíblico. São Paulo, Paulinas, 1983, p.827
Bibliografia Mackenzie, John L. Dicionário Bíblico. São Paulo, Paulinas, 1983, 3a. edição. A Bíblia de Jerusalém. São Paulo, Paulinas, 1981. Tehilim - o Livro dos Salmos
Não foi como famoso guerreiro ou rei poderoso que David conquistou o eterno amor do povo judeu e mesmo o de todos os povos do mundo, mas sim como o autor do Tehilim, o Livro dos Salmos, a mais doce poesia de Israel. Os salmos são hinos de louvor a Deus. Falam da grandeza de Deus, Sua bondade, de Seu poder e de Sua justiça. David abre seu coração nesses salmos e confessa sua mais sincera e pura confiança apenas em Deus. Muitos dos salmos são preces e súplicas a Deus, que o rei David orava em momentos de dificuldade. Alguns contêm bons conselhos, indicando o caminho da verdadeira felicidade através da virtude e do cumprimento dos mandamentos de Deus. Deste modo, eles refletem todos os incidentes que podem ocorrer na vida, tanto ao indivíduo quanto a nação judaica. Na história do rei David, seu exílio, perseguições, lutas e eventual triunfo, o povo judeu encontrou um exemplo para sua própria vida. Não admira que o Livro dos Salmos, através dos tempos, serviu como uma infinita fonte de inspiração, coragem e esperança. Nem todos os salmos foram compostos pelo rei David. Alguns são de autoria de Adam, Shem, Avraham e Moshê. O rei David os compilou e adicionou aos seus salmos, os quais compôs por inspiração Divina. O Livro dos Salmos está dividido em cinco partes, paralelas aos cinco livros de Moshê, e ainda subdividido em sete partes, uma para cada dia da semana, e ainda em 30 divisões, para cada dia do mês. Muitos judeus costumam dizer uma porção dos salmos a cada dia após as orações matinais, completando assim toda a seqüência no decorrer de uma semana, ou de um mês. Há também uma tradição de recitar diariamente o capítulo que corresponde a idade que a pessoa irá completar. |